Este blog foi criado para documentar as captações e demais etapas de gravações dos discos da 7to9 e de outras investidas minhas.
6/21/2018
Diario 19/06/2018
E fizemos mais uma sessão de gravações. Terminamos as guias de umas músicas e decidimos lançar um disco da 7to9. Fizemos umas captações pro outro disco do Jax.
No total até o momento temos 4 guias, uma que fizemos na Seg anterior (11/06) e agora que montei uma bateria em sequencia que posso melhorar, fizemos a captação do violão e da voz novamente. Ja tem uma letra iniciada e foi a primeira delas que começamos a gravar. No arquivo o nome é "I can´t believe anything she said". Pegamos uma antiga que nunca tinhamos gravado, a Alice no pais das maravilhas ou 7to9. Outra antiga do Jax chamada Long Time e pegamos uma guia e aproveitamos pra tentar novamente a Rita Lee, outra antiga pra caramba. Já tinhamos tentado gravar outra vez mas não tinha ficado grandes coisas.
6/11/2018
Pré produção (Férias 2018)
Hoje é o primeiro dia das minhas férias e vou aproveitar o tempo supostamente para finalmente terminar umas gravações pendentes. Estas músicas foram feitas nos últimos 8 anos e elas foram sendo captadas após a gravação do ep da Major Key.
Tem coisas que estão quase prontas e vou retocar e finalizar a mixagem, outras que preciso gravar as vozes novamente mas preferi pegar umas já quase prontas para chegar no fim. Até pq, depois de terminá-las, ainda preciso tratar de como vou dá-las ao mundo. Aquelas coisas de colocar no youtube, soundcloud, capa e tudo mais.
Todas elas tem letras porém tem duas que ainda preciso revisar e ver se consigo melhorar. A Ride, foi criada nos ensaios da Major Key e terminei em casa e o Cidade fez uma letra.
A princípio escolhi as músicas abaixo :
- SmashingCorgan
- Kalena
- Silverchair
- Fired
- Daniel Jonston
- This time part 2
- 3 Kim
- Ride (Arlen e Cidade)
Tem coisas que estão quase prontas e vou retocar e finalizar a mixagem, outras que preciso gravar as vozes novamente mas preferi pegar umas já quase prontas para chegar no fim. Até pq, depois de terminá-las, ainda preciso tratar de como vou dá-las ao mundo. Aquelas coisas de colocar no youtube, soundcloud, capa e tudo mais.
Todas elas tem letras porém tem duas que ainda preciso revisar e ver se consigo melhorar. A Ride, foi criada nos ensaios da Major Key e terminei em casa e o Cidade fez uma letra.
A princípio escolhi as músicas abaixo :
- SmashingCorgan
- Kalena
- Silverchair
- Fired
- Daniel Jonston
- This time part 2
- 3 Kim
- Ride (Arlen e Cidade)
3/27/2017
8/24/2015
Fita
Lista de arquivos
Major Key - EP
- Sebadoh
- A carta
- Patrick Bateman
- Bright Horses
7to9 - last recordings
- Walking through the night
- Saw can you tears
- Nada restou - mandar para Rafael.
- Acros the ocean
- Alguma Forma - limpar ruidos nas guitarras.
- Arrest in house
- Metal - não tem vocal ainda.
- Fugazi - limpar ruidos nas guitarras, não tem vocal ainda.
- No name yet
- Just another day
Arlen demo 1
- Sem contexto para Jonesi
- A outra
- Daniel Jonston
- Always a less enough time
- Fired
- SmashingCorghan
- Silverchair
- Ride ver 1
- Ride ver 2
- riff estranho
- quebradinha
- Radiohead Type
- Deter gente
Major Key - EP
- Sebadoh
- A carta
- Patrick Bateman
- Bright Horses
7to9 - last recordings
- Walking through the night
- Saw can you tears
- Nada restou - mandar para Rafael.
- Acros the ocean
- Alguma Forma - limpar ruidos nas guitarras.
- Arrest in house
- Metal - não tem vocal ainda.
- Fugazi - limpar ruidos nas guitarras, não tem vocal ainda.
- No name yet
- Just another day
Arlen demo 1
- Sem contexto para Jonesi
- A outra
- Daniel Jonston
- Always a less enough time
- Fired
- SmashingCorghan
- Silverchair
- Ride ver 1
- Ride ver 2
- riff estranho
- quebradinha
- Radiohead Type
- Deter gente
8/21/2015
Mixagem da Quarta Feira 19/08/2015 e Sexta Feira 21/08/2015
Quarta Feira
Fired
- violão
Daniel Jonston
- violão regravado
Sexta Feira
Sem contexto para Jonesi
- ajustes na bateria
Smashing Corghan
- ajustes na bateria
Ride Song
- escutar a track de guitarra "versao estudio" que é o que fazíamos no ensaio, a primeira e talvez melhor versão
Fired
- violão
Daniel Jonston
- violão regravado
Sexta Feira
Sem contexto para Jonesi
- ajustes na bateria
Smashing Corghan
- ajustes na bateria
Ride Song
- escutar a track de guitarra "versao estudio" que é o que fazíamos no ensaio, a primeira e talvez melhor versão
8/18/2015
Mixagem/Gravação da Terça 18/08/2015
Sem contexto para Jonesi
- guia de violao pronta
A outra
- guia de violao pronta
Always a less enough time
- violões gravados (Behringer C3, Line)
Daniel Jonston
- violões gravados (Behringer C3, Line)
- guia de violao pronta
A outra
- guia de violao pronta
Always a less enough time
- violões gravados (Behringer C3, Line)
Daniel Jonston
- violões gravados (Behringer C3, Line)
8/17/2015
Mixagem da Segunda 17/08/2015
Terminei as baterias de Daniel Jonston e Always a less enough time.
Daniel Jonston
- possui letra (na info da track no Sonar) e bateria pronta.
- a guia tá meio confusa no final mas é suficiente
Always a less enough time
- bateria pronta
- precisa terminar a letra
- precisa gravar o vocal guia de novo, por causa da latência.
Sem contexto para Jonesi
- guia de bateria pronta
- gravar a guia em violão e um vocal para ilustrar
A outra
- guia de bateria pronta
- gravar a guia em violão e um vocal para ilustrar
Major Key
Patrick Bateman - tentei melhorar a caixa
Bright Horses - Diminuir ecos
Daniel Jonston
- possui letra (na info da track no Sonar) e bateria pronta.
- a guia tá meio confusa no final mas é suficiente
Always a less enough time
- bateria pronta
- precisa terminar a letra
- precisa gravar o vocal guia de novo, por causa da latência.
Sem contexto para Jonesi
- guia de bateria pronta
- gravar a guia em violão e um vocal para ilustrar
A outra
- guia de bateria pronta
- gravar a guia em violão e um vocal para ilustrar
Major Key
Patrick Bateman - tentei melhorar a caixa
Bright Horses - Diminuir ecos
12/12/2013
Últimas demos (12/12/13)
Estou preparando coisas em casa, fiz tudo sozinho, pelos menos captacoes e mixagens.
A carta :
Final Infinito
A carta :
Final Infinito
5/01/2013
1/09/2013
Back to recordings
Fazia tempo que eu não escrevia nada por aqui até porque nunca mais gravei nada, mas finalmente voltei as gravações.
Estamos fazendo o registro de músicas para um próximo disco, afinal o último que lançamos deve ter sido em 2008. Nem todas as músicas são propriamente novas, tem coisas de 8 anos atrás, coisas que eu fiz em Recife e coisas que ficaram de fora do último Home Recordings VOL 2.
Por enquanto estamos trabalhando em “Walking Through the night” que fizemos pouco antes de eu me mudar para Recife. Estamos trabalhando ela com a banda também pra colocar ela nos próximos shows inclusive a idéia inicial era fazer estes registros também para o Aquiles e o Guel se habituarem e conhece-las e então fazermos uma gravação mais fiel a banda ao vivo do que propriamente um laboratório. Outra delas é “Across the ocean” que foi composta pelo Jax e foi feita há muito tempo. Lembro que na época que gravamos o último Home Recordings ela já pairava no ar mas nunca conseguimos tocar ela com ninguém, nem tinha letra mas, nos últimos meses isto mudou e estamos tocando ela nos ensaios. Tem “A carta” que compus em Recife e no primeiro momento ela era meio estranha, de violão e tal, mas acabei tendo uma idéia que me pareceu boa para o andamento e os arranjos e estamos trabalhando nela e diria que é minha predileta destas 3 que gravamos não por ser minha mas por ter ficado fiel ao que eu achava que seria legal.
Além destas 3, tem ainda outras duas minhas “Always a less enough time” que nem tem uma letra fixa ainda e também foi composta em Recife e também a “Daniel Johnston” que eu fiz já quando tinha voltado para o Sul e foi composta imediatamente após termos assistido, eu e Summer o excelente documentário “The devil and Mr Daniel Johnston”. Tem “Nada restou” que é uma sobra do último Home Recordings e precisa de poucas coisas para ser finalizada, “Saw can you tears” e “Fugazi” que também são sobras mas, nem por isto menos importantes.
Até o momento eu diria que temos 5% do trabalho pronto, temos no mínimo umas 3 letras para escrevermos, baixo de todas as músicas para gravar, alguns arranjos de teclados e claro, toda edição/mixagem/masterização.
5/05/2011
Re-aprendizado
No último post falei que estava com equipamentos novos. Fiz uma série de testes de funcionamento a dei uma testada breve no Live, Pro Tools e no Cakewalk Pro 9 que é meu companheiro de tempos.
Meu primeiro problema foi ouvir a gravação e a guia ao mesmo tempo quando ligava a interface. Descobri que ela toma conta de tudo e que para ouvir e gravar ao mesmo tempo precisarei usar as saidas que a interface me dão. Outro problema acontecia que era pendurar o cursor do mouse quando utilizando a interface no pro tools e no Live. Descobri que isto acontecia por causa do meu hub usb. Além de travar o cursor, o mouse ficava com sensibilidade diferente.
Consegui gravar no Cakewalk Pro audio 9 ouvindo a gravação quando utilizei a saida para fones da interface. Os problemas passados foram resolvidos mas agora preciso diminuir a latência, ficou horrivel o que gravei, gravei no tempo mas ficou tudo fora de tempo em relação a guia.
Meu primeiro problema foi ouvir a gravação e a guia ao mesmo tempo quando ligava a interface. Descobri que ela toma conta de tudo e que para ouvir e gravar ao mesmo tempo precisarei usar as saidas que a interface me dão. Outro problema acontecia que era pendurar o cursor do mouse quando utilizando a interface no pro tools e no Live. Descobri que isto acontecia por causa do meu hub usb. Além de travar o cursor, o mouse ficava com sensibilidade diferente.
Consegui gravar no Cakewalk Pro audio 9 ouvindo a gravação quando utilizei a saida para fones da interface. Os problemas passados foram resolvidos mas agora preciso diminuir a latência, ficou horrivel o que gravei, gravei no tempo mas ficou tudo fora de tempo em relação a guia.
Novas aquisições
Mês passado andei engrossando a tecnologia de meu suposto Home Estúdio. Comprei uma interface da M-Audio, a Fast Track Pro 4x4.
Juntamente com ela recebi duas versões de Pro Tools a demo da versão 7 e a M-Powered 8 além do Ableton Live. Até o momento era um tanto impossível alguém como eu que gravava com placa de som comum ter acesso ao Pro Tools mas agora eu poderei aprender e talvez até escolhe-la como a minha plataforma para as futuras gravações. Na primeira vez que abri o programa achei complicado, congelou o cursor do meu mouse mas hoje em dia lendo alguns manuais rápidos posso dizer que não terei muito trabalho pra aprender.
Outra coisa ótima é que tenho lido bastante e aprendido alguns conceitos novos pois antigamente eu utilizava o Cakewalk Pro Audio 9 e uma placa onboard e com a interface nova muita coisa muda.
Além da Fast Track comprei também um microfone da Behringer, o conhecido C-3
11/29/2009
7to9
As gravações abaixo foram encontradas recentemente. Vieram orginalmente de fitas e suas gravações já tem uma cara de tempo. Foram coisas que gravamos dentro do Middle Finger studio na época que o Silvério comandava as baterias e o Digão tocava baixo. Se comparadas com hoje algumas delas tem diferenças das versões que atualmente tocamos. Cabe ressaltar também a existência de That´s Everything uma música que nunca tocamos em shows e gravações apenas no Home Recordings VOL I. Nada restou já tocamos ela ao vivo mas ela nunca foi muito ativa em nossos ensaios, temos uma gravação dela ainda não lançada no que seria um Home Recording VOL II.
A qualidade é bem superior considerando que gravamos num deck de fita K7.
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A qualidade é bem superior considerando que gravamos num deck de fita K7.
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10/14/2009
Retomada nas gravações
Nos últimos dias tenho procurado antigos arquivos de músicas em meus backup´s aqui em casa. Encontrei uma série de coisas que ainda não foram disponibilizadas/lançadas na internet e nem finalizadas eu diria. Foi uma série de gravações que eu e o jax iniciamos no fim de 2005 e na época se tratariam de algo como um Home Recordings VOL II.
Algumas faixas destas gravações foram disponibilizadas no Myspace e hoje são conhecidas como Identifier, Life´s True, Between His Heart e Man Ape. Estas quatro foram músicas que demos por finalizadas nesta época. Todas elas tocamos com a banda em 2006/2007 na temporada que o Maurício estava tocando com agente. Temos tocado elas nos últimos ensaios que fizemos este ano também.
São coisas que foram criadas por mim de 99 pra cá, coisas do Jax, de 2004 pra cá que formam mais ou menos umas 20 músicas. A retomada agora é para podermos finalizar esta "fase" e partirmos para coisas novas com a banda.
Pegamos para trabalhar 12 músicas :
Nada restou - esta música é uma das mais antigas dessa leva e iniciei ela sozinho em 99 mais ou menos. Tocamos ela ao vivo no Toca da Galera e possivelmente em outros shows da era Cachaça, sim, o mesmo da Pública. Tocamos ela em ensaio sempre mas acho q foi só na época do Cachaça que tocamos ao vivo. Tem letra em português criada e cantada por mim(Arlen) na maior parte do tempo e no refrão eu e o jax trocamos frases mais ou menos como acontece em Gabriela. Diria que faltariam uns 20% de captações para terminarmos ela.
My wife´s girlfriend - esta música é outra antiga, mais ou menos 2000/2001. Nem tem letra e o nome não tem nada a ver com a melodia. É uma coisa meio "espanhola" feita e tocada no violão. É de uma coisa meio lado B pois tocamos ela muito pouco eu e o jax para tocar. Nunca me senti a vontade com estas músicas mais antigas pra tocar com a banda por serem coisas bem diferentes do que tocamos com a seven2nine ao vivo. Esta tem apenas a bateria feita no fruity loops e possivelmente 90% de trabalho de captação, pré produção, várias coisas para terminar.
Metau - Baladinha de metal estilo Skid row style. Eu e o jax a fizemos em 2005 meio na brincadeira mas ficou legal e tocamos pra frente. Tem bastante coisa pronta inclusive uma introdução com guitarra épica do Fabricio que foi gravada nas sessões de gravação do primeiro disco* lá em casa. Precisamos fazer a letra e ainda gravar alguns solos esbanjar no efeito "colinas" porque ela merece, para manter a piada viva. Tem até pianos "November Rain" nesta musica, muito engraçado.
Nada restou.
Alguma forma - Esta é outra minha das antigas 98/99 e foi feita por mim, algumas vezes tocada com a banda que tinhamos chamada Proofs. É uma coisa detestável tipo uma baladinha em portugues, quase um Legião Urbana/Lemonheads que o jax até gosta de tocar mas nunca tive coragem para fazermos com a banda. Ela precisa ser gravada novamente a voz, com letra em português e gravar as guitarras para ver se tem salvação ou mesmo se cabe ser disponibilizada na internet.
Alguma forma.
Arrest in house - Este nome é de sua versão antiga e foi até gravada com a banda Proofs. Em 2004 fiz uma letra em português e eu e o jax temos tentado mudar a letra. É uma melodia bem massa ao estilo Teenage Fanclub(Sparhy´s Dream) e como ela iniciou comigo, tem grandes chances de ser bem parecida com Tramandaí que foi a ultima faixa de nosso primeiro disco*. Depois de um tempo fui detectar que fui altamente influenciado, para não dizer que inocentemente criei uma coisa que já existia. Aquela antiga música da Carly Simon "Nobody Does it better" que o Radiohead gravou anos atrás e ela tem muito em comum no refrão. Falta bem pouca coisa para ser terminada se não alterarmos novamente a letra que é altamente depressiva e tem muita coisa de experiências minhas recentes e meu estado de espírito.
Arrest in house.
Saw can you tears - Esta música foi feita pelo Jax e pelo baiano. Tocamos ela juntos eu e o jax e em ensaios. Foi gravada naquelas toscas demos gravadas em fita por mim e pelo Jax com a Jana de REC/PAUSE. Foi tocada nas primeiras vezes que eu e o Jax nos reunimos e algumas vezes tocadas com a banda. Fui um idiota e preguiçoso porque nunca conseguir ver uma segunda guitarra ali, muitas vezes toco apenas algumas partes. Grande som. Também está com 90% do serviço sujo pronto.
.
Fugazi - esta segue o mesmo estilo e características da anterior. Tocamos ela desde as primeiras sessões, tocamos quase nenhuma vez com a banda e ainda não tem letra pronta. Falta pouca coisa para ser terminada. Não sei se alguém criou ela junto com o Jax mas, eu não fui ehehe.
Fugazi.
Into the cities - outra música originalmente criada pelo Jax e, quase foi liberada junto das 4 canções que citei no início do post. Já tocamos ela com a banda desde a fase do Maurício e tem pianos e outras coisas. Deve ter sido criada pelo Jax em 2004/2005. Falta pouquissima coisa pra terminarmos a captação se é que ainda não está pronta.
.
Rita lee - Esta foi criada nas sessões do Home Recordings 1 e ela tem uma estranha similaridade com aquela música da Rita Lee "Meu bem você me dá..." e também com o movimento Grunge dos anos 90. Não tem letra mas uma cantoria aleatória minha e do jax e o refrão tem até o Marcelo cantando junto. Ela foi completamente rejeitada na época do Home Recordings VOL I e não sei se agora terá sorte diferente. Uma bizarrice que não tem nada a ver com a 7to9 diga-se de passagem. Diria que temos 5% dela pronta eheheh.
Além destas com nomes ou apelidos temos a conhecida como "MBV nro 10" que como o nome já diz é bem My Bloody Valentine que tem bastante coisa pronta inclusive um teclado doente. Temos a conhecida como "Nro 18 - nova" que é do Jax tipo 2005/2006 e tocamos muito pouco ela juntos. E a última música que eu e o jax fizemos juntos mesmo e foi criada em 2007 que, é bem massa.
Mbv nro 10.
.
* primeiro disco gravado com a banda mas na ordem seria o segundo ou terceiro sob a alcunha 7to9.
Algumas faixas destas gravações foram disponibilizadas no Myspace e hoje são conhecidas como Identifier, Life´s True, Between His Heart e Man Ape. Estas quatro foram músicas que demos por finalizadas nesta época. Todas elas tocamos com a banda em 2006/2007 na temporada que o Maurício estava tocando com agente. Temos tocado elas nos últimos ensaios que fizemos este ano também.
São coisas que foram criadas por mim de 99 pra cá, coisas do Jax, de 2004 pra cá que formam mais ou menos umas 20 músicas. A retomada agora é para podermos finalizar esta "fase" e partirmos para coisas novas com a banda.
Pegamos para trabalhar 12 músicas :
Nada restou - esta música é uma das mais antigas dessa leva e iniciei ela sozinho em 99 mais ou menos. Tocamos ela ao vivo no Toca da Galera e possivelmente em outros shows da era Cachaça, sim, o mesmo da Pública. Tocamos ela em ensaio sempre mas acho q foi só na época do Cachaça que tocamos ao vivo. Tem letra em português criada e cantada por mim(Arlen) na maior parte do tempo e no refrão eu e o jax trocamos frases mais ou menos como acontece em Gabriela. Diria que faltariam uns 20% de captações para terminarmos ela.
My wife´s girlfriend - esta música é outra antiga, mais ou menos 2000/2001. Nem tem letra e o nome não tem nada a ver com a melodia. É uma coisa meio "espanhola" feita e tocada no violão. É de uma coisa meio lado B pois tocamos ela muito pouco eu e o jax para tocar. Nunca me senti a vontade com estas músicas mais antigas pra tocar com a banda por serem coisas bem diferentes do que tocamos com a seven2nine ao vivo. Esta tem apenas a bateria feita no fruity loops e possivelmente 90% de trabalho de captação, pré produção, várias coisas para terminar.
Metau - Baladinha de metal estilo Skid row style. Eu e o jax a fizemos em 2005 meio na brincadeira mas ficou legal e tocamos pra frente. Tem bastante coisa pronta inclusive uma introdução com guitarra épica do Fabricio que foi gravada nas sessões de gravação do primeiro disco* lá em casa. Precisamos fazer a letra e ainda gravar alguns solos esbanjar no efeito "colinas" porque ela merece, para manter a piada viva. Tem até pianos "November Rain" nesta musica, muito engraçado.
Nada restou.
Alguma forma - Esta é outra minha das antigas 98/99 e foi feita por mim, algumas vezes tocada com a banda que tinhamos chamada Proofs. É uma coisa detestável tipo uma baladinha em portugues, quase um Legião Urbana/Lemonheads que o jax até gosta de tocar mas nunca tive coragem para fazermos com a banda. Ela precisa ser gravada novamente a voz, com letra em português e gravar as guitarras para ver se tem salvação ou mesmo se cabe ser disponibilizada na internet.
Alguma forma.
Arrest in house - Este nome é de sua versão antiga e foi até gravada com a banda Proofs. Em 2004 fiz uma letra em português e eu e o jax temos tentado mudar a letra. É uma melodia bem massa ao estilo Teenage Fanclub(Sparhy´s Dream) e como ela iniciou comigo, tem grandes chances de ser bem parecida com Tramandaí que foi a ultima faixa de nosso primeiro disco*. Depois de um tempo fui detectar que fui altamente influenciado, para não dizer que inocentemente criei uma coisa que já existia. Aquela antiga música da Carly Simon "Nobody Does it better" que o Radiohead gravou anos atrás e ela tem muito em comum no refrão. Falta bem pouca coisa para ser terminada se não alterarmos novamente a letra que é altamente depressiva e tem muita coisa de experiências minhas recentes e meu estado de espírito.
Arrest in house.
Saw can you tears - Esta música foi feita pelo Jax e pelo baiano. Tocamos ela juntos eu e o jax e em ensaios. Foi gravada naquelas toscas demos gravadas em fita por mim e pelo Jax com a Jana de REC/PAUSE. Foi tocada nas primeiras vezes que eu e o Jax nos reunimos e algumas vezes tocadas com a banda. Fui um idiota e preguiçoso porque nunca conseguir ver uma segunda guitarra ali, muitas vezes toco apenas algumas partes. Grande som. Também está com 90% do serviço sujo pronto.
.
Fugazi - esta segue o mesmo estilo e características da anterior. Tocamos ela desde as primeiras sessões, tocamos quase nenhuma vez com a banda e ainda não tem letra pronta. Falta pouca coisa para ser terminada. Não sei se alguém criou ela junto com o Jax mas, eu não fui ehehe.
Fugazi.
Into the cities - outra música originalmente criada pelo Jax e, quase foi liberada junto das 4 canções que citei no início do post. Já tocamos ela com a banda desde a fase do Maurício e tem pianos e outras coisas. Deve ter sido criada pelo Jax em 2004/2005. Falta pouquissima coisa pra terminarmos a captação se é que ainda não está pronta.
.
Rita lee - Esta foi criada nas sessões do Home Recordings 1 e ela tem uma estranha similaridade com aquela música da Rita Lee "Meu bem você me dá..." e também com o movimento Grunge dos anos 90. Não tem letra mas uma cantoria aleatória minha e do jax e o refrão tem até o Marcelo cantando junto. Ela foi completamente rejeitada na época do Home Recordings VOL I e não sei se agora terá sorte diferente. Uma bizarrice que não tem nada a ver com a 7to9 diga-se de passagem. Diria que temos 5% dela pronta eheheh.
Além destas com nomes ou apelidos temos a conhecida como "MBV nro 10" que como o nome já diz é bem My Bloody Valentine que tem bastante coisa pronta inclusive um teclado doente. Temos a conhecida como "Nro 18 - nova" que é do Jax tipo 2005/2006 e tocamos muito pouco ela juntos. E a última música que eu e o jax fizemos juntos mesmo e foi criada em 2007 que, é bem massa.
Mbv nro 10.
.
* primeiro disco gravado com a banda mas na ordem seria o segundo ou terceiro sob a alcunha 7to9.
1/26/2008
A guerra pelo som mais alto
Esta matéria da Roling Stone tem muitas informações sobre a doença que surgiu junto com aquela velha história do vinil e do CD.
Baseado nas diferenças de frequencias e volumes possíveis na mídia CD as bandas e, seus produtores começaram a produzir CD´s cada vez mais alto. Trilhas beirando a distorção digital(0dB) e, a master final completamente ensurdecedora e, cada banda querendo soar mais alto privando a qualidade do produto mas primando pelo susto do ouvinte na hora da reprodução.
Esta matéria da Roling Stone tem muitas informações sobre a doença que surgiu junto com aquela velha história do vinil e do CD.
Baseado nas diferenças de frequencias e volumes possíveis na mídia CD as bandas e, seus produtores começaram a produzir CD´s cada vez mais alto. Trilhas beirando a distorção digital(0dB) e, a master final completamente ensurdecedora e, cada banda querendo soar mais alto privando a qualidade do produto mas primando pelo susto do ouvinte na hora da reprodução.
4/11/2007
Produções por aí a fora
Aqui, gostaria de citar algumas produções que, me atraem muito. Vamos aos produtores então...
Ed Stasium - Este cara me fez pirar no fim dos anos 80 pelos discos do Living Colour. Pirei com este cara porque eu era apaixonado pela banda e, pouco tempo depois escutei o "Mondo Bizarro" um dos melhores discos do Ramones na minha opinião e, descobri também que o produtor era o mesmo. Hoje no site dele achei a informação que ele mixou também outros discos que curti muito, como :
- Baby Animals - Shaved and Dangerous
- The Smithereens - 11
- Hoodoogurus - Kinky e Crank
Além de 3 discos do Reverendo Horton Heat, Talking Heads, o cara é muito talentoso e, consegue tirar um som de caixa de bateria muito massa. Deixa todos os instrumentos na cara durante a mixagem, talento indiscutível.
Nigel Godrich - produtor mais conhecido por seus trabalhos com o Radiohead que, é uma das minhas bandas favoritas. Este cara teve muita sorte. Trabalhava em um estúdio onde o Radiohead estava gravando algumas coisas com outro produtor e, ele era apenas um técnico residente no estúdio. O produtor principal teve que se ausentar e, ele acabou produzindo a música Black Star(se não me engano) e, a banda se apaixonou pelo resultado. No disco que viria depois(Ok Computer) ele trabalhou como produtor e, gravou Kid, Amnesiac e, até hoje é um dos preferidos da banda.
Seus trabalhos incluem o último do Pavement que, pra mim tem a melhor produção de todos os discos deles. Alguns do Beck e, ultimamente foi premiado pelo não menos excelente disco do Paul McCartney, Chaos in the Backyard.
Discos :

Adriana Partimpim - Neste caso o sucesso da produção deve-se tanto ao produtor quanto a seleção de músicos e técnicos que participaram deste album. Os produtores foram a própria Adriana Calcanhoto, Dé Palmeira e, Sacha Amback. Porém, é um disco que começou nos idos de 1999 e, foi retomado em 2003. Além dos produtores e, músicos participaram também o excelente Kassin(outro grande destaque em produção e, musicalidade), Domênico e Moreno. A riqueza dos arranjos, a perfeição das letras é uma coisa fora do comum e, eu, era um cara que antigamente odiava a Adriana e, hoje, simplesmente respeito ela muito por culpa deste disco e, claro do Heitor afinal foi por culpa dele que ouvi este disco. Posso dizer que, este foi o primeiro disco que meu filho me aconselhou a ouvir, me mostrou, apresentou mesmo que, indiretamente.
...
Enfim, em breve falarei mais de outros produtores e, outros discos que me tocam profundamente.
Ed Stasium - Este cara me fez pirar no fim dos anos 80 pelos discos do Living Colour. Pirei com este cara porque eu era apaixonado pela banda e, pouco tempo depois escutei o "Mondo Bizarro" um dos melhores discos do Ramones na minha opinião e, descobri também que o produtor era o mesmo. Hoje no site dele achei a informação que ele mixou também outros discos que curti muito, como :
- Baby Animals - Shaved and Dangerous
- The Smithereens - 11
- Hoodoogurus - Kinky e Crank
Além de 3 discos do Reverendo Horton Heat, Talking Heads, o cara é muito talentoso e, consegue tirar um som de caixa de bateria muito massa. Deixa todos os instrumentos na cara durante a mixagem, talento indiscutível.
Nigel Godrich - produtor mais conhecido por seus trabalhos com o Radiohead que, é uma das minhas bandas favoritas. Este cara teve muita sorte. Trabalhava em um estúdio onde o Radiohead estava gravando algumas coisas com outro produtor e, ele era apenas um técnico residente no estúdio. O produtor principal teve que se ausentar e, ele acabou produzindo a música Black Star(se não me engano) e, a banda se apaixonou pelo resultado. No disco que viria depois(Ok Computer) ele trabalhou como produtor e, gravou Kid, Amnesiac e, até hoje é um dos preferidos da banda.
Seus trabalhos incluem o último do Pavement que, pra mim tem a melhor produção de todos os discos deles. Alguns do Beck e, ultimamente foi premiado pelo não menos excelente disco do Paul McCartney, Chaos in the Backyard.
Discos :
Adriana Partimpim - Neste caso o sucesso da produção deve-se tanto ao produtor quanto a seleção de músicos e técnicos que participaram deste album. Os produtores foram a própria Adriana Calcanhoto, Dé Palmeira e, Sacha Amback. Porém, é um disco que começou nos idos de 1999 e, foi retomado em 2003. Além dos produtores e, músicos participaram também o excelente Kassin(outro grande destaque em produção e, musicalidade), Domênico e Moreno. A riqueza dos arranjos, a perfeição das letras é uma coisa fora do comum e, eu, era um cara que antigamente odiava a Adriana e, hoje, simplesmente respeito ela muito por culpa deste disco e, claro do Heitor afinal foi por culpa dele que ouvi este disco. Posso dizer que, este foi o primeiro disco que meu filho me aconselhou a ouvir, me mostrou, apresentou mesmo que, indiretamente.
...
Enfim, em breve falarei mais de outros produtores e, outros discos que me tocam profundamente.
3/30/2007
Redução de ruídos
Até dois meses atrás eu sabia que haviam vários programas e plug ins redutores de ruídos para áudio e outras aplicações. Sabia também que, um dos melhores era o Noise Reduction do SoundForge.
Nos últimos dias tomei conhecimento do X-Noise, X-Hum e outras maravilhosas ferramentas da Waves e, sinceramente esta empresa tem os melhores engenheiros e, técnicos em matéria de plug ins.
Em breve mais comentários.
Nos últimos dias tomei conhecimento do X-Noise, X-Hum e outras maravilhosas ferramentas da Waves e, sinceramente esta empresa tem os melhores engenheiros e, técnicos em matéria de plug ins.
Em breve mais comentários.
Ultimas etapas
Nos últimos dias estive ausente daqui e, de meu outro blogue porque na minha empresa bloquearam estas atividades.
Estou aqui hoje para dizer/escrever que na última Terça Feira terminei a mixagem dos instrumentos de todas as 10 faixas do disco. Claro que, ainda terei algumas coisinhas pra fazer, alguns fades, inserir alguns reverbs e, compressores na bateria mas, agora o serviço sujo está praticamente feito.
Assim que terminarem meus cursos, na próxima semana, estarei dando início a esta etapa junto com os "embelezamentos" dos vocais, junto com estes "servicinhos" que ainda faltam. Até porque com os vocais muitas coisas podem mudar.
O trabalho tem sido árduo, mais pela falta de tempo, cansaço do que propriamente o serviço em si. Além disso, é complicado mixar músicas que você fez ou ajudou a fazer. Chegava uma hora que, eu estava há mais de meia hora, num trecho de 30 segundos tentando tirar água de pedra ou, sem definição do que seria melhor mas, enfim...uma hora eu dou por terminada a mixagem e, parto pra master.
Estou aqui hoje para dizer/escrever que na última Terça Feira terminei a mixagem dos instrumentos de todas as 10 faixas do disco. Claro que, ainda terei algumas coisinhas pra fazer, alguns fades, inserir alguns reverbs e, compressores na bateria mas, agora o serviço sujo está praticamente feito.
Assim que terminarem meus cursos, na próxima semana, estarei dando início a esta etapa junto com os "embelezamentos" dos vocais, junto com estes "servicinhos" que ainda faltam. Até porque com os vocais muitas coisas podem mudar.
O trabalho tem sido árduo, mais pela falta de tempo, cansaço do que propriamente o serviço em si. Além disso, é complicado mixar músicas que você fez ou ajudou a fazer. Chegava uma hora que, eu estava há mais de meia hora, num trecho de 30 segundos tentando tirar água de pedra ou, sem definição do que seria melhor mas, enfim...uma hora eu dou por terminada a mixagem e, parto pra master.
1/06/2007
Mixagem & Masterização
Foram completadas mais de 50 horas de mixagem até o momento. As faixas estão cada melhores e, a cada dia algo via se tornando mais perceptível ou mais no seu lugar.
Todas os canais da bateria foram devidamente mexidos e, aplicado somente equalizações sutis e, Limiter quando necessário. Sony Eq tem se mostrado meu favorito e, é o único Equalizador que utilizei até agora. Para o Limiter, usei tanto o Cakewalk limiter que apenas limita realmente não adicionando nenhum brilho extra e, o Waves L1 Ultra Maximizer que, por sua vez além de limitar dá todo um colorido especial ao som. Ainda não apliquei compressão e, reverb nas baterias e, nem sei ainda se o farei. Se for o caso, será feito após o refinamento de todos instrumentos e vozes.
Os canais graves do Contrabaixo estão prontos. Utilizei o Sony EQ para as equalizações. O Antares Tube 1.02 foi utilizado e dá todo um colorido especial com suas simulações de amplificadores valvulados, infelizmente a licensa dele acabou e, agora estou num dilema. Além disso, usei o Ultrafunk Compressor no baixo que, deixou as linhas mais precisas e, constantes por toda a música.
Para o xilofone eo piano elétrico(Theres no place e ,Thinkin on the road, respectivamente) feito com o Yamaha da minha mãe eu apliquei equalizações ainda mais sutis que nos outros instrumentos. Acabei dando uma acertada no tempo de duas marteladas do xilofone.
Estou atualmente mexendo nas guitarras de Theres no place like home. Em todas elas tenho usado o Sony EQ, o Antares Tube, Ultrafunk compressor e, em alguns casos o Cakewalk Limiter e, o Waves L1 Ultra Maximizer. Haviam trechos que tinham sido gravados no fim da música que eu nem lembrava mais existir e, ontem com a aplicação do compressor nelas pude finalmente levantar os volumes e, então dar um colorido todo especial no fim da música. Thinkin on the road já tem uma primeira versão pronta e, apenas os vocais tem que ser mexidos e, é claro, salvo os casos de aplicar um reverb e, um compressor nos canais da bateria.
Os próximos passos agora são terminar as guitarras de Thinkin on the road e, tentar novamente instalar o Antares Tube porque é uma ferramente indispensável e, será muito útil em State of Grace.
Todas os canais da bateria foram devidamente mexidos e, aplicado somente equalizações sutis e, Limiter quando necessário. Sony Eq tem se mostrado meu favorito e, é o único Equalizador que utilizei até agora. Para o Limiter, usei tanto o Cakewalk limiter que apenas limita realmente não adicionando nenhum brilho extra e, o Waves L1 Ultra Maximizer que, por sua vez além de limitar dá todo um colorido especial ao som. Ainda não apliquei compressão e, reverb nas baterias e, nem sei ainda se o farei. Se for o caso, será feito após o refinamento de todos instrumentos e vozes.
Os canais graves do Contrabaixo estão prontos. Utilizei o Sony EQ para as equalizações. O Antares Tube 1.02 foi utilizado e dá todo um colorido especial com suas simulações de amplificadores valvulados, infelizmente a licensa dele acabou e, agora estou num dilema. Além disso, usei o Ultrafunk Compressor no baixo que, deixou as linhas mais precisas e, constantes por toda a música.
Para o xilofone eo piano elétrico(Theres no place e ,Thinkin on the road, respectivamente) feito com o Yamaha da minha mãe eu apliquei equalizações ainda mais sutis que nos outros instrumentos. Acabei dando uma acertada no tempo de duas marteladas do xilofone.
Estou atualmente mexendo nas guitarras de Theres no place like home. Em todas elas tenho usado o Sony EQ, o Antares Tube, Ultrafunk compressor e, em alguns casos o Cakewalk Limiter e, o Waves L1 Ultra Maximizer. Haviam trechos que tinham sido gravados no fim da música que eu nem lembrava mais existir e, ontem com a aplicação do compressor nelas pude finalmente levantar os volumes e, então dar um colorido todo especial no fim da música. Thinkin on the road já tem uma primeira versão pronta e, apenas os vocais tem que ser mexidos e, é claro, salvo os casos de aplicar um reverb e, um compressor nos canais da bateria.
Os próximos passos agora são terminar as guitarras de Thinkin on the road e, tentar novamente instalar o Antares Tube porque é uma ferramente indispensável e, será muito útil em State of Grace.
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